Operação Rescaldo 2 prende sete pessoas no Oeste catarinense

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Operação Rescaldo 2 prende sete pessoas no Oeste catarinense

A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (11) a Operação Rescaldo 2, contra o tráfico de drogas. Foram cumpridos oito de nove mandados de prisão em Campos Novos, Capinzal e Joinville. Um era contra uma pessoa já no sistema prisional. Uma pessoa continuava foragida em Balneário Camboriú. Nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos, mas sem apreensão.

Os alvos são suspeitos de participar da organização criminosa responsável pela venda, armazenamento e distribuição de cocaína, maconha e crack em cidades do Oeste catarinense.

“A operação é resultado da continuidade das investigações relacionadas ao tráfico de drogas, associação ao tráfico e participação em uma organização criminosa, que culminaram na Operação Rescaldo, deflagrada no dia 29 de setembro, em que a Polícia Civil cumpriu 16 mandados de prisão e 14 mandados de busca e apreensão”, informou a polícia.

Segundo o delegado regional de Campos Novos, Adriano Almeida, cinco pessoas foram presas em Campos Novos e duas em Capinzal. Foi cumprido mandado de busca e apreensão contra um preso em Joinville que seria um fornecedor do grupo. De acordo com o delegado, quando ele foi preso dia 14 de setembro com drogas, o grupo passou a trazer droga direto da fronteira para abastecer a região Oeste. Outro fornecedor foi preso em Campos Novos.

Entre os presos está uma jovem de 24 anos filha da mulher que seria líder do grupo. Um taxista também foi preso. “Ele fazia transporte de traficante e de drogas no sistema delivery, como os outros dois taxistas já presos (no dia 29)”, detalha Almeida. De todos os presos, dois tinham passagens, um deles por tráfico.

Ele pretende começar a ouvir o total de 29 pessoas presas nas duas etapas da operação a partir de segunda (16). “Praticamente toda a organização foi desmantelada. Entretanto, precisamos analisar o que foi aprendido e realizar oitiva das pessoas presas visando concluir o inquérito e ver se existem mais pessoas envolvidas”, afirma Almeida.