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Barcelona FC e ACNUR iniciam parceria com a nova camisa de futebol em apoio às crianças refugiadas

Gigante do futebol espanhol e sua Fundação ajudarão a financiar quatro projetos na Colômbia, Uganda, Turquia e Malásia

Genebra, 14 de junho de 2022 – O Barcelona FC e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) iniciaram hoje sua parceria com o lançamento de uma nova camisa de futebol e o compromisso de apoiar iniciativas para crianças refugiadas em quatro continentes.

A logo do ACNUR é apresentada pela primeira vez nas novas camisas masculinas e femininas do Barcelona FC. A camisa, parte do novo conjunto do Barcelona FC para a temporada de 2022-23, serve como uma mensagem de solidariedade com as mais de 100 milhões de pessoas que foram forçadas a se deslocarem de suas casas.

A parceria se estenderá pelas próximas quatro temporadas de futebol e é uma colaboração entre o ACNUR, sua Associação Nacional na Espanha – Comitê Espanhol do ACNUR, Barcelona FC e a Fundação Barcelona FC.

O objetivo da parceria é levar a temática das pessoas refugiadas aos torcedores de futebol ao redor do mundo, enquanto os projetos apoiados pela Fundação Barcelona FC estão voltados a fornecer às crianças refugiadas a oportunidade de desenvolverem as habilidades necessárias para que possam alcançar o seu potencial máximo.

Durante o evento de lançamento na sede do ACNUR em Genebra, o Barcelona FC, a Fundação Barcelona FC, o ACNUR e o Comitê Espanhol do ACNUR afirmaram que esperam que sua parceria global atue como um catalisador para a mudança, e para que outros na comunidade do futebol e na indústria esportiva em geral se sintam compelidos a fazer mais para ajudar a melhorar as vidas de pessoas forçadas a se deslocar.

O presidente do Barcelona FC, Joan Laporta, afirmou durante o lançamento da camisa em Genebra que o acordo “faz parte das prioridades que o Barcelona FC e sua Fundação definiram para esta nova fase do clube que tenho o privilégio de presidir, focando na questão das pessoas refugiadas ao redor do mundo”. Para ele, o compromisso do o clube e da sua fundação é “fazer com que os sonhos dos mais vulneráveis se tornem realidade, com base na crença de que todas as crianças e jovens têm direito às mesmas oportunidades”.

A diretora da Fundação Barcelona FC, Marta Segu, disse que o  Barcelona FC tem “uma consciência social, pois entende que o futebol e o esporte, com seus valores de esforço, disciplina, sacrifício e trabalho em equipe, são ferramentas importantes para educar nossas sociedades”.

O Alto Comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi, afirmou que “o futebol traz alegria para bilhões de torcedores em todo o mundo e também proporciona uma saída transformadora para milhões de crianças refugiadas todos os dias, pois promove um bem-estar mental e físico positivo, constrói confiança e habilidades, ajuda a manter as crianças na escola e empodera as mulheres e meninas”.

O futebol também tem o poder de reunir todos aqueles que amam o esporte, seja qual for sua origem ou circunstância, incluindo as pessoas refugiadas.

“Estou, portanto, emocionado que o Barcelona FC tenha decidido fazer uma parceria com o ACNUR para enviar uma mensagem tão forte de solidariedade às pessoas refugiadas ao redor do mundo. Seja qual for seu time favorito, o Barcelona FC e o ACNUR apoiam e estão com as mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo que foram forçadas a se deslocar”, completou o Alto Comissário.

A Fundação Barcelona FC está contribuindo com 400.000 euros por temporada para quatro projetos do ACNUR na Colômbia, Uganda, Turquia e Malásia (100.000 euros por projeto). Além disso, fará doações em espécie (avaliadas em 100.000 euros por temporada) de equipamentos esportivos do Barcelona FC, além de oferecer a experiência e o conhecimento dos especialistas esportivos da fundação.

A série de projetos inclui o fortalecimento de ambientes de proteção para crianças e jovens afetados por conflitos armados na Colômbia; apoio a um programa de proteção e violência de gênero na Malásia, a um projeto de esporte pela paz e proteção em apoio aos refugiados e jovens da comunidade anfitriã nos assentamentos de refugiados de Nakivale e Oruchinga, em Uganda.

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