Conheça os oito desapegos para uma vida plena e feliz

Se você é uma daquelas pessoas que, na correria da vida, percebe que algumas coisas não estão tão legais como deveria não se preocupe: você não está sozinho. Felizmente existem caminhos para nos ajudar a compreender melhor o que podemos fazer para reverter esses problemas e de maneira global. A sugestão é a Roda da Vida, ferramenta mundialmente difundida no coaching, que nos ajuda a analisar diferentes áreas. Cada uma delas foi abordada na primeira edição do Congresso Brasileiro de Autoconhecimento que gerou uma lista importante de desapegos necessários a nossa vida. Os temas são tão importantes que gerarão um desdobramento entre os dias 3 e 4 de agosto, durante a segunda edição do evento, que deverá reunir mais de mil pessoas do país em Balneário Camboriú (SC). A idealizadora, Samira Rocha, pontua os oito desapegos para encontrar a felicidade plena que foram abordados pelos palestrantes durante a primeira edição do congresso no ano passado que contou com nomes importantes como Marcos Piangers, Lucia Galvão, Dani Loper, dentre outros.

 

Desapego de acúmulos. Vale inclusive o de comida, mas principalmente de emoções guardadas, não processadas. O grande problema atual é que estamos “desacoplados”, com o corpo em um lugar e a mente em outro. E isso se deve principalmente por ficar guardando aquilo que não serve mais. Mas como acoplar? É preciso prestar atenção aos sinais do seu corpo. Sentiu raiva? Sinta de verdade, não guarde porque o reflexo virá depois. E se observe sempre no presente. Perceba se está “desacoplado” e “acople” novamente.

 

Desapego da culpa. Esqueça a pressão social que rege os gêneros, que cria estereótipos que a sociedade acaba seguindo à risca, mesmo que de forma inconsciente. E se não segue, se sente culpado. Desapegue da culpa, desafie o status quo e pratique o exercício da não comparação. Nunca se compare com o outro, apenas com você mesmo. Esse é o caminho.

 

Desapego de que o dinheiro é sujo. Todos somos dignos de prosperidade. É preciso, no entanto, ser receptor e emanador da energia da abundância. Não é só pensar em dinheiro, mas também em como atrair a fartura. Diversas leis que regem o universo influenciam também na prosperidade, como a lei da atração e da gestão. É muito comum as pessoas ligarem dinheiro à ideia de sujeira. Dinheiro é luz, é energia que tem movimento próprio. Se acha dinheiro algo sujo, jamais vai atraí-lo. Afinal, quem quer algo negativo para a sua vida? Desapegue dessa ideia e mande embora junto o medo, a culpa e a raiva.

 

Desapego da zona de conforto. Felicidade não é mais uma opção e sim uma obrigação. Busque um jeito melhor de fazer o seu trabalho, que te dê recompensas além do valor material. O que é cômodo nunca vai fazer você andar para frente, mas manter-se no mesmo lugar. Se você não estiver disposto a arriscar (e talvez perder o seu conforto) você nunca saberá. E isso serve para

qualquer coisa: emprego, negócio próprio, relacionamento, saúde (que de repente não está tão boa, mas dá para o gasto) e assim por diante.

 

Desapego da visão superficial. É preciso não enxergar apenas com os olhos, mas com os outros sentidos também. Ao fazer isso, perceberá que não é um corpo, nem um nome. Afinal, quem é você? Você só saberá se enxergar o todo. Você é a luz que habita tudo isso, mas para enxergar não é preciso olhos e sim consciência por trás dos seus sentidos.

 

Desapego do desnecessário para viver o presente. O que é necessário para você? ‘Necessidade’ tornou-se uma palavra banal, porém, pare um minutinho para pensar na raiz do seu significado e naquilo que você realmente necessita na sua vida. Tempo livre pode vir com julgamentos da sociedade, mas lembre-se que esse é o seu estilo de vida, e ele pertence somente a você. Outro passo é ter controle de tudo que chega sem que se peça. Faça uma análise desse conteúdo e passe a honrar o poder de decisão, que é só seu, de absorver ou não este conteúdo. Desapegue de tudo aquilo que está disponível, mas que não é necessário. Só assim você viverá uma coisa plenamente e não várias coisas pela metade.

 

Desapego de quem você acha que é. Felicidade, na nossa visão social, trata de sucesso, de dinheiro, de um emprego incrível, um carro novo, o casamento dos sonhos. Mas, e se você já tem tudo isso e ainda não é feliz? É porque a felicidade não é constante, ela é construída de pequenos momentos, como um morango bem docinho que de vez em quando você experimenta sem esperar que fosse tão bom. É um abraço do seu filho. É um elogio no seu trabalho. É sentir-se bem consigo mesmo. Se nada dá certo na sua vida é porque você está tomando decisões baseado em quem você acha que é. Encontre o seu “eu” antes de mais nada. A resposta e a cura estão dentro de você.

 

Desapego do propósito de “ter”. O seu propósito principal deve ser o ‘ser’. Desapegue daquele tipo de propósito que pode ser tirado, que você não vá levar para sempre com você. Seu propósito deve ser consistente, poderoso. Para tanto, defina em uma palavra o que você quer acrescentar ao mundo. Seu propósito pode morar aí.

 

Serviço

O quê: 2º Congresso Brasileiro de Autoconhecimento – Vida!

Quando: dias 3 e 4 de agosto

Onde: Clube Ariribá, Balneário Camboriú

Informações e ingressos: www.vemprovida.com.br/congresso/