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De professora de educação física a competidora Força Bruta

Hoje a atleta está no hall das três primeiras mulheres mais fortes do Brasil

A atleta divide seu tempo entre sua rotina profissional de professora de educação física em meio às aulas agitadas de ginástica, cuidados de casa com a mãe e um treino pesado com um trabalho de exatamente 8 semanas, planejado por profissionais de saúde como médicos e nutricionistas responsáveis por montarem uma rigorosa dieta e suplementação para que ela pudesse suportar os treinos de cinco vezes por semana.

Os treinos são divididos em 3 partes com técnicas de powerlift ( agachamento, levantamento terra e supino) e 2 treinos técnicos específicos onde é realizado sob acompanhamento na GBstrong, Centro de Treinamento em Mogi das Cruzes, com aparelhos específicos para a modalidade Strongman.

Ela ainda ressalta que a rotina de preparação é extremamente cansativa, repleta de cargas pesadas e que necessita de acompanhamento de um fisioterapeuta pra ajustar e recuperar o corpo após cada treino, mas que com planejamento e persistência se pode atingir a cada treino mais força e superação de limites.

Paixão pelos esportes

A atleta afirma que desde que se conhece por gente durante a infância, defendia a opinião de que uma mulher deveria e poderia ser do jeito que ela quisesse ser e que para conquistar o seu espaço bastava querer.

CAROL Essa mentalidade precoce juntamente pelo fato de ser criança hiperativa, com sobrepeso, sofrendo de hipotireoidismo fez com que ela tomasse a consciência de que era necessário se movimentar pra perder peso e manter a saúde, então dos sete aos doze anos se dedicou a natação.

Já para conter a hiperatividade e para ajudar a trabalhar o lado motivacional, sua mãe a matriculou nas artes marciais e luta. Fez então Capoeira, Boxe, Muay Thai e Jiu Jitsu, além de atividades de dança e Lambaeróbica.

Em 2004 se graduou em Educação Física, iniciou treinos de musculação e já possuía certa inclinação para força bruta. Iniciou sua trajetória como instrutora de academia e criou um grupo de corrida para mulheres chamadas: DIVAS, que tinha como objetivo fortalecer a autoestima das participantes através da corrida na qual chegaram até a participar de alguns campeonatos.

Reviravolta

A medalhista explica que sempre foi muito feliz na vida pessoal e esportiva, porém em 2017 seus treinos foram abruptamente interrompidos por conta de um relacionamento abusivo.

Quando tudo ia muito bem e ela menos esperava, se viu envolvida com um homem controlador que a impedia até mesmo de competir por conta de ciúmes. A cada dia que passava a coisa ia se agravando ao ponto de ele proibir a atleta de escolher as próprias roupas, além de protagonizar inúmeras situações de constrangimento e agressões verbais.

O estopim da relação se deu quando as ameaças de seu companheiro se tornaram realidade e ao ser agredida fisicamente grávida sofreu um aborto e por conta da sua situação emocional, a atleta acabou entrando em uma profunda depressão, que fez com ela ganhasse sobrepeso e abandonasse os esportes por quase dois anos.

No final de 2018, após passar por toda essa turbulência, por incentivo de amigos ela resolveu fazer um workshop de Strongman, onde pode conhecer a modalidade e logo de cara os treinadores do local a convidaram pra treinar lá pois identofocaram um potencial profissional por conta da sua força.

Hoje a atleta está no hall das três primeiras mulheres mais fortes do Brasil e as trintas do mundo. É professora de educação física e ainda se dedica a carreira de dublês no Centro de Treinamento Tático Dublês e Atores- Royal Actors na qual uma de suas especialidades, além da força bruta é o incêndio corpóreo.

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