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Todo cuidado é pouco ao receber delivery em época de pandemia.

Todo cuidado é pouco ao receber delivery em época de pandemia.

Medidas preventivas para evitar contaminação pelo coronavírus vão desde higienização de mãos e produtos a formas alternativas de pagamento.

Com a escalada do coronavírus e a recomendação de isolamento social pelo mundo todo, muitas constatações sobre a economia apontam um caminho de retração em 2020, com efeitos ainda imponderáveis.

Na contramão, um setor que ganha expressão justamente pela quarentena observa aumento na demanda: os serviços de delivery, seja acionados por telefone ou aplicativos. Ainda assim, é prematuro dimensionar o impacto da pandemia sobre esse nicho de mercado no Brasil.

No entanto, é de conhecimento geral que o microrganismo sobrevive em superfícies, o que varia conforme o material, e é por isso que há que se ter cuidado ao receber entregas em casa.

Restaurantes, padarias, supermercados, farmácias, e até bebidas alcoólicas 
podem ser solicitados à distância. São opções para evitar ir às ruas e uma resposta dos usuários preocupados diante de um cenário incerto.

Na hora de encontrar o entregador, as recomendações vão desde as medidas básicas de higienização das mãos, necessidade de uso de máscaras e luvas, manutenção de distância adequada e o mínimo contato possível, até a manipulação correta dos produtos antes de guardar e formas alternativas de pagamento.

A autoridade sanitária europeia European Food Safety Authority (EFSA) divulga que, até o momento, não há “nenhuma evidência de que alimentos possam ser fontes ou rotas de transmissão do vírus”. Mas isso não resolve as dúvidas quanto à segurança na hora da preparação da comida nos restaurantes, assim como o possível carreamento do vírus em embalagens de diversos tipos de produto. É importante ressaltar que o coronavírus não se multiplica nos alimentos nem em superfícies, apenas permanece ali. E a falta de conhecimento suficiente impede uma postura afirmativa quanto a questão. É aí que entra a cautela – todo cuidado é pouco.

“É melhor evitar o contato físico direto com o entregador e sempre higienizar as mãos antes e após o contato com mercadorias ou produtos comercializados. Se houver uma distância segura mantida de ao menos 1 metro e a boa higiene de mãos, não é necessário uso de luvas ou máscara”, explica o coordenador médico do Hospital da AACD e médico infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Igor Marinho.

ASSERTIVA

Ainda que seja importante higienizar as embalagens de produtos que, porventura, possam estar contaminadas, a atitude mais assertiva é mesmo a lavagem frequente das mãos, após o contato com a mercadoria. “O tratamento é o mesmo para todos os tipos de produto. Pode-se considerar a higiene da parte externa, ou embalagem, com um pano úmido com álcool”, indica. Quanto ao pagamento, formas mais modernas, sem dinheiro, por meio virtual, são mais interessantes, já que evitam o contato, continua o infectologista. E, ao voltar para a casa após a entrega, ensina, uma dica é deixar os calçados na entrada.

“É hora de ter calma, mas com cuidados redobrados. O distanciamento social e a higiene são as melhores maneiras de prevenção que existem no momento. Vamos vencer esta pandemia com essas medidas aparentemente simples, porém muito importantes”, diz.

Medidas simples, porém eficazes

– Empresas devem disponibilizar álcool 70% ou álcool gel e panos desinfetantes aos entregadores

– “Entrega sem contato”: o consumidor pode solicitar ao entregador que coloque o pedido na porta ou portaria da residência e se afastar para evitar a proximidade ou qualquer contato. Uma medida que pode acontecer tanto entre clientes e entregadores, como entre os entregadores e os funcionários do estabelecimento

– Alguns aplicativos de entrega permitem ao cliente informar a forma como deseja receber o pedido

– O ideal é que o entregador não se desloque até o andar do cliente

– Apesar da recomendação de evitar o contato direto, é possível observar se o entregador está com roupas limpas e com a higiene pessoal em dia. O entregador deve ser cobrado a esse respeito

– Com o aumento da demanda, os entregadores atendem várias solicitações ao mesmo tempo, podendo involuntariamente negligenciar os cuidados necessários para garantir a segurança dos consumidores

– Por circularem nas ruas, entregadores estão mais expostos ao risco de contágio pelo coronavírus

– Aumentos repentinos de demanda por alimentos, preparados em cozinhas que não têm estrutura para a quantidade maior de pedidos, podem trazer riscos por descuido na manipulação de rotina dos alimentos

– Atenção também quanto à temperatura, no caso da entrega de alimentos. Da panela à montagem do prato, a temperatura cai para cerca de 70 graus e a comida deve ser transportada imediatamente.

– É recomendado que o tempo até a casa do consumidor seja o menor possível, já que, quando o alimento está entre 10 graus e 60 graus, as bactérias se proliferam rapidamente. Caso observe que a comida não está muito quente, esquente novamente

– Alimentos refrigerados também precisam chegar a temperaturas abaixo de 8 graus

– Certifique-se quanto a limpar e desinfetar qualquer objeto ou superfície em contato constante com as pessoas

– Quando a higienização das mãos é feita corretamente, não há necessidade de colocar luvas para manusear alimentos em casa. Há quem não dispense as luvas para lavar louça, mas esse procedimento não tem nenhum efeito na contenção dos vírus, nem de outros microrganismos.

– Durante a crise, evite pedir alimentos crus como frutas e saladas – o ideal é higienizá-los e prepará-los em casa

– Caso a opção seja por não consumir a comida no momento da entrega, coloque imediatemente na geladeira. O consumo deve ser em, no máximo, 24 horas

– A higiene também é importante depois do contato com máquinas de cartão, assim como é bom observar a limpeza das mãos após a manipulação de cédulas de dinheiro, tanto para o entregador quanto para o cliente. Prefira pagamento via aplicativo para que diminua o contato na hora da entrega

– O momento impede que a fiscalização seja feita de forma eficaz. Cabe ao consumidor prestar atenção em detalhes, como preferir serviços de confiança, sempre que possível optar por embalagens de papelão (o coronavírus resiste por mais tempo em embalagens de plástico e metal do que de papel); caso o produto seja entregue em embalagens de alumínio, fazer a desinfecção das embalagens antes de abri-las com um sanitizante, além de não consumir nenhuma refeição que chegar com a embalagem danificada ou violada.

– Quanto às embalagens, verificar se os mantimentos estão protegidos, embalados separadamente, em embalagens apropriadas.

– Alimentos perecíveis crus, como carnes e pescados, devem estar em baixa temperatura e embalados de forma segura, de modo que não haja vazamento de líquidos

– Laticínios, como iogurtes, manteiga, queijos, entre outros, devem estar em suas embalagens originais e não apresentar qualquer alteração

– Frutas e verduras devem estar íntegras, embaladas em sacos ou recipientes plásticos ou de papel ou papelão, de uso único, sem qualquer dano

– Produtos processados (enlatados, conservas, panificados, entre outros) devem estar íntegros e não apresentar alteração, inclusive nos recipientes

– Lacres de segurança podem ser usados para embalar adequadamente os produtos e protegê-los das partículas do ambiente durante o transporte

– O entregador que tenha suspeita ou confirmação da COVID-19 deve seguir todas as recomendações de saúde transmitidas pelos órgãos públicos e, assim que possível, comunicar a empresa

– Empresas de delivery são responsáveis pela desinfecção periódica dos contêineres de transporte dos produtos

– Adote boas práticas e medidas preventivas, reforçadas pela OMS e Ministério da Saúde

 

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