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Vereador mata ex-mulher e se enforca em seguida em Imbuia, no Alto Vale do Itajaí

Jarmas Machado esfaqueou Danúbia Rabelo Machado e se matou em seguida. PM diz que os dois tinham histórico de violência

A cidade de Imbuia, no Alto Vale do Itajaí, acordou na manhã desta quarta-feira com o registro de um crime grave. De acordo com as informações divulgadas pelaPolicia Militar de Ituporanga, que atendeu a ocorrência, Jarmas Machado, de 38 anos, matou com um golpe de faca a ex-mulher Danúbia Rabelo Machado, 34, e, em seguida, cometeu suicídio.

 

Jarmas é vereador em Imbuia desde 2008, eleito pelo PSDB e, segundo a PM, o casal tem um histórico de violência. Ele já foi alvo, inclusive, de uma medida cautelar movida pela ex-mulher. Segundo as informações divulgadas, os dois haviam se separado, mas, há alguns meses, voltaram a se ver.

O crime aconteceu por volta das 7h desta quarta-feira. O irmão de Jarmas estava próximo a casa em que os dois moravam, na SC-428, localidade de Samambaia, em Imbuia, e ouviu uma discussão por volta das 6h30min. Meia hora depois a briga parou e ele foi até o local ver o que aconteceu. Ao chegar, encontrou Jarmas enforcado do lado de fora da residência e o corpo de Danúbia com uma faca no coração caído dentro da casa. A Polícia Civil e o Samu foram acionados, mas quando chegaram ao local encontraram ambos mortos.

O casal teria dois filhos, uma garota mais velha que não morava mais com eles e um menino de cinco anos, que segundo informações divulgadas presenciou a discussão e chamou o tio, que instantes depois encontrou o casal morto.

A reportagem entrou em contato com a Câmara de Vereadores de Imbuia, que disse que não irá se manifestar oficialmente sobre o caso, mas que lamenta a perda. Às 11h46min desta quarta uma nota de falecimento foi publicada no site da Câmara informando a morte do vereador.

Polícia Civil aguarda perícia

O delegado da Polícia Civil de Ituporanga, Nelson Vidal, que está responsável pelo caso, diz que não há nenhum indício de que exista algum fator novo na tragédia. Ele aguarda a perícia da casa e dos corpos, mas já classifica o caso como um crime passional:

— Era um casal conhecido até mesmo da polícia local. Eles tinham inúmeras ocorrências de agressões, ameaças, etc. Viviam uma briga constante. É um caso trágico — conta.

O delegado já instaurou um inquérito policial e começou a ouvir testemunhas. O IML e o IGP de Rio do Sul cuidam das perícias.

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