Veterinário alerta: cuide para que seu pet não se afogue na piscina

Se seu animal de estimação cair na piscina e estiver se afogando, você deve retirá-lo rapidamente e procurar um médico veterinário, pois ele pode aspirar água.

A primeira preocupação deve sempre ser com filhotes de qualquer raça, pois pela curiosidade e imaturidade podem cair na piscina a qualquer momento. “Os animais de pequeno porte podem ter maior dificuldade de sair da piscina também. Muitas vezes um animal grande consegue se apoiar na borda e sair da piscina, enquanto animais pequenos não conseguem”, explica o veterinário João Gustavo de Souza, da clínica Lovely Dog.

Considera-se que as raças de caça (Labradores, Pointers, Beagles, Golden Retriver, etc) estejam mais adaptados a nadar e, por isso, oferecem menor risco, enquanto animais mais gordinhos – como Bulldogues, Boston, Pugs, Pequines, entre outros – podem ter dificuldade de nadar. Os gatos, apesar de não gostarem de água, tendem a nadar facilmente e podem ter melhor desempenho para sair da água, pois têm garras que podem ajudar a fixar na borda da piscina.

Eles sabem nadar por instinto, mas o grande risco das piscinas  é quando a queda acontece na ausência de um dono ou responsável e também quando o o animal não consegue  sair pelas bordas ou escadas, nade até a exaustão e se afogue por fadiga, depois de muito tempo nadando.

É recomendável evitar o acesso do pet à área da piscina, ensinando o animal a nadar e encontrar a saída (escada) em um momento de adestramento.

Na ausência de escada construída na piscina, será necessário adaptar uma escada ou plataforma de saída, pois mesmo tomando cuidado, acidentes podem acontecer, principalmente com filhotes, animais cegos, idosos e naquelas raças que sabidamente gostam de água.