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Conclusão da obra do Complexo Madre Teresa, em Itajaí, é prioridade na Saúde

Fotos: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

O Governo do Estado está empenhado em entregar a obra do Complexo Madre Teresa, do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, ainda este ano. O novo prédio terá 15 andares e atenderá com mais eficiência e qualidade os moradores da região da Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí (AMFRI). Até o momento, já foi investido um montante de R$ 92,7 milhões, maior parte por meio do Pacto pela Saúde.

O Complexo Madre Teresa contará com Urgência e Emergência, Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI), Ambulatório, Banco de Leite, 241 leitos de internação, 20 leitos de UTI Adulto e 10 de UTI Neonatal, 10 leitos de Unidade de Cuidados Intensivos (UCI), 12 salas cirúrgicas sendo 3 obstétricas, Central de Materiais Esterilizados (CME) e Unidade de Alta Complexidade Oncológica (Unacon).

O secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, explicou o trabalho que vem sendo feito para a abertura do Complexo. “No ano passado, foi feito um aporte de recursos da SES em contrato emergencial para colocar o 10° e o 11° andares à disposição. Entendemos que há uma certa dificuldade da gestão dos processos como um todo para que seja entregue a obra, mas temos o máximo de interesse que ela seja entregue rapidamente. Estamos apoiando a direção do hospital para que sejam entendidas as necessidades documentais a serem enviadas para nós e, em breve, entregarmos essa ala nova do hospital”.

Desde que a obra foi retomada pela nova construtora, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) vem realizando convênios para finalização do prédio. Em 2020, a pasta repassou R$ 881,9 mil para abertura de 40 leitos de UTI e 41 de internação, ambos Covid-19, que não foram abertos. Também foram repassados quase R$ 3,6 milhões para aquisição de mobiliário, R$ 1,8 milhão para a conclusão de obras remanescentes do convênio com a construtora anterior, R$ 9 milhões para a compra de equipamentos de grande porte que dependiam de obras para serem instalados (focos cirúrgicos, estativas e raios-x), e R$ 2,1 milhões para a finalização da obra do novo prédio. Além disso, a SES enviou 78 respiradores pulmonares para serem usados em pacientes Covid que ficarão na unidade para serem utilizados.

A finalização do Complexo é prioridade do Governo, além de ser uma das grandes obras do Pacto da Saúde, que encerra em meados de 2022. “Com a pandemia, a unidade hospitalar precisou se readequar para atender aos casos de Covid-19. Entendemos as dificuldades da gestão do Marieta para dar andamento aos seus processos e por isso os atrasos aconteceram. É importante lembrar que a documentação de necessidade de contratos e de estruturação dos serviços deve partir da unidade hospitalar. As dificuldades são tão grandes que montamos na SES um grupo de trabalho pra dar apoio à direção do hospital e acelerar a entrega dessa importante obra para a cidade, para a região e para o estado”, assinalou o secretário.

Já em 2021, o hospital solicitou um novo aditivo de R$ 1,7 milhão para pintar o novo prédio e realizar acabamentos. A SES analisou o pedido e liberou o recurso em 25 de junho. Também estão previstos mais dois novos recursos: um no valor de R$ 322,5 mil para ser aplicado na fiscalização final da obra, e outro de R$ 657,3 mil para a reforma da recepção, que permitirá o controle entre os acessos do prédio do Hospital Marieta Konder Bornhausen e do Complexo Madre Teresa, sendo que a Pasta aguarda o envio, por parte do hospital, do cronograma de obra e dos projetos de execução, respectivamente.

Além disso, a Saúde estadual já definiu o aporte de R$ 30 milhões para a compra de equipamentos que serão instalados no novo prédio. “O que está faltando nesse momento são equipamentos e instrumental. Há uma certa dificuldade de entendimento do que será colocado dentro da unidade hospitalar. A SES tem um rol de ofertas de equipamentos e estamos conversando com o hospital sobre isso. A unidade precisa abrir edital de aquisição de equipamentos, pois a SES descentraliza os recursos por meio de convênio. Mas tudo isso está sendo organizado. Temos uma equipe que está permanentemente em contato com o hospital pra que se possam resolver essas questões e colocar o Complexo Madre Teresa em definitivo à disposição da comunidade”, ratificou o secretário André Motta Ribeiro.

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