Quebras de sigilo no caso Flávio Bolsonaro atingem tesoureiras do PSL do Rio

Quebras de sigilo no caso Flávio Bolsonaro atingem tesoureiras do PSL do Rio

Diretório entrega prestação de contas do ano passado 20 dias após prazo e culpa HD queimado em ‘picos de luz’ após chuvas. (kkkk)

RIO — Duas tesoureiras do diretório estadual do PSL no Rio de Janeiro, presidido pelo senador Flávio Bolsonaro , tiveram sigilo fiscal e bancário quebrado na investigação do Ministério Público (MP-RJ) para apurar indícios da prática de “rachadinha” — isto é, a devolução de parte do salário pago a assessores, no gabinete do então deputado estadual entre 2007 e 2018.

Valdenice de Oliveira Meliga, tesoureira-geral do partido nas últimas eleições, e Alessandra Cristina Ferreira de Oliveira, atual primeira-tesoureira, foram incluídas no pedido do MP por sua atuação como assessoras de Flávio na liderança do PSL na Alerj no último ano, período em que acumulavam ainda a responsabilidade pelas contas do partido.

 

 

 

 

Quebras de sigilo no caso Flávio Bolsonaro atingem tesoureiras do PSL do Rio