Notícias Balneário Camboriú Esportes Entretenimento Eventos Política Empregos Camboriú Itajaí Itapema Navegantes Santa Catarina Brasil e Mundo
Noticia BR

Falta de acesso e saneamento agrava pobreza menstrual no país

Mês da Dignidade Menstrual acende alerta sobre escassez de recursos para higiene no período menstrual, problema que afeta mais de 11 milhões de brasileiras, segundo pesquisa de SEMPRE LIVRE®

São Paulo, maio de 2022 — Menstruar é um evento natural e a dignidade menstrual é um direito de toda pessoa que menstrua, o que significa ter acesso a produtos e condições de higiene adequados. Contudo, esse é um problema mundial, que engloba a desigualdade social, falta de estrutura e de educação sobre o tema. E, por isso, muitas pessoas vivem essa dimensão de seus corpos em situação de solidão, desconhecimento e vergonha, conforme aponta pesquisa de SEMPRE LIVRE® em parceria com os Institutos Kyra e Mosaiclab, ao informar que 11,3 milhões de brasileiras são afetadas diretamente pela pobreza menstrual.
O estudo foi realizado em abril de 2021 com 814 mulheres que menstruam regularmente, entre 14 e 45 anos, representantes das classes CD e mostrou que 40% das mulheres de baixa renda que são afetadas pela pobreza menstrual têm entre 14-24 anos, revelando que esse é um problema que atinge, sobretudo, meninas jovens. E isso é um problema refletido diretamente na educação, uma vez que 16% das entrevistadas afirmam que sempre ou quase sempre já deixaram de ir à escola quando estavam menstruadas porque o banheiro é muito sujo e não tem condições de uso, enquanto 12% fizeram o mesmo por não estarem com absorvente adequado ou com algum absorvente improvisado.
Quando sem acesso aos produtos ideais, muitas das pessoas afetadas pela pobreza menstrual fazem uso de itens não indicados para absorver a menstruação durante o período, como sacos plásticos, sacolinha de supermercado, roupas velhas, algodão, lencinho umedecido descartável, toalhas, panos, filtro de café, lenços de papel, papel higiênico e até mesmo jornal ou miolo de pão.

 

“A pobreza menstrual é uma problemática global. Ela vai muito além da falta de dinheiro para comprar produtos de higiene menstrual adequados e denuncia a falta de acesso à água, saneamento básico e até mesmo de desigualdade social e educação sobre o tema”, pontua Cristina Santiago, Diretora de Marketing das marcas de saúde íntima da Johnson & Johnson Consumer Health.
E isso é comprovado pela pesquisa, já que 94% de mulheres de baixa renda não sabem o que é pobreza menstrual, ou seja, não conseguem identificar quando vivem uma realidade de vulnerabilidade. Isso porque a menstruação ainda é tabu para muitas pessoas, sendo um tema evitado para não causar constrangimentos. Entretanto, é essencial conhecer o próprio corpo, entender como ele funciona e, acima de tudo, reconhecer a menstruação como algo natural, no intuito de facilitar a compreensão e orientações sobre a higiene adequada, além de entender o seu direito no que diz respeito ao assunto.

 

Por isso, é de extrema importância que a população tenha acesso a informações corretas sobre o tema, além de condições dignas de higiene, e que a discussão seja feita abertamente na sociedade para impulsionar melhorias, que podem incluir propostas de acesso aos recursos, às informações e à infraestrutura necessários para um adequado manejo menstrual.
“O fato de que nem todas as pessoas que menstruam possuem essa dignidade nos motiva a nos aprofundarmos no assunto para entender como podemos fazer a real diferença para que todos possam alcançar essa liberdade e verdadeira dignidade”, acrescenta Cristina. Com isso em mente, a Johnson & Johnson vem trabalhando em ações que visam amplificar ainda mais esse movimento.
Fazendo acontecer

Além da pesquisa, campanhas de SEMPRE LIVRE® e CAREFREE® trouxeram para o palco a discussão pela urgente necessidade de dar dignidade menstrual às mulheres como um direito básico, por meio da plataforma #TamoJuntas.
O espaço virtual reúne informações sobre dignidade menstrual, dados da pesquisa e lançamento do Mapa da Liberdade, um projeto “vivo”, com o intuito de facilitar a conexão de pessoas que querem apoiar a causa e instituições que já fazem a diferença para as pessoas que mais precisam. “Nós acreditamos que este é nosso papel como marca: trazer luz para o tema, informar, educar, compartilhar, auxiliar na criação dessa rede de apoio”, finaliza a executiva.
No final do ano passado, a marca também doou cerca de 720 mil unidades de absorventes ao UNICEF, impactando 45 mil adolescentes com absorventes, cartilhas educativas, oficinas pedagógicas e palestras em Recife (PE) e São Luís (MA).
Sobre SEMPRE LIVRE®

SEMPRE LIVRE® foi lançado no Brasil em setembro de 1974. Desde sua chegada, a marca foi pioneira em diversos lançamentos que consolidaram a sua importância e tradição no país, como na introdução dos absorventes com abas, absorventes noturnos, na tecnologia neutralizadora de odores e no formato anatômico de SEMPRE LIVRE® ADAPT PLUS. Com um formato inovador, o produto oferece toda a proteção e o conforto que as mulheres precisam.

Posts Relacionados

Brasil vai na contramão com o contínuo aumento no valor dos combustíveis

Dores de Inverno: Professora de fisioterapia da UniSul explica como tratar os desconfortos musculares típicos da estação

Pesquisa revela que mais de 50% das modelos de OnlyFans trabalham sem a família e amigos saberem

Cardiopatia congênita afeta 30 mil crianças por ano no Brasil

Miami se torna sede da Copa do Mundo de 2026

Barcelona FC e ACNUR iniciam parceria com a nova camisa de futebol em apoio às crianças refugiadas

Presidente do UFC define data de retorno da Charles Do Bronx ao octógono

Maioria da população do Sul sente que inflação subiu muito, afetando principalmente consumo de alimentos, revela RADAR FEBRABAN

Dupla sertaneja Maiara e Maraisa é proibida de usar a marca “As Patroas”

Diário da Cidade

Mulheres caem em golpes financeiros mascarados de romance